No entanto, para o banco começar a funcionar falta algum equipamento que já foi encomendado, como explicou a enfermeira-directora Gabriela Croft.
Um projecto que se justifica, já que há mães que por alguma razão não podem amamentar os seus filhos e, por outro lado, há aquelas que têm excesso de leite e que o podem passar a doar.
Qualquer mulher pode doar o seu leite desde que “tenha tido uma gravidez vigiada e que não tenha doenças transmissíveis”.
Quem vai beneficiar são, por exemplo, os bebés prematuros e os de mães com SIDA.
O leite doado é sujeito a um processo de tratamento especifico, por forma a manter todas as suas qualidades e garantir a sua segurança.
O aleitamento materno é considerado fundamental, porque possui os nutrientes necessários para o desenvolvimento das crianças, dá-lhes imunidade e assim previne uma série de infecções.
ML/Rádio Renascença Online – 15.12.2008
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