As autoridades sanitárias estimam que cerca de 180 mil angolanos vivam com o vírus da Sida, quando dados oficiais apontam um total de 31 mil e 657 casos, de 1985 a Dezembro de 2007.
A informação é da directora do Instituto Nacional de Luta contra a doença, Ducelina Serrano, quando dissertava, quarta-feira, sobre o tema “Resposta nacional contra o VIH/Sida em Angola,” no segundo dia do Congresso da CPLP sobre a doença e outras Infecções Transmitidas Sexualmente, que decorre no Rio de Janeiro, Brasil.
Segundo a médica, apesar deste número, Angola ainda possui a taxa mais baixa (2.1 por cento) se comparada com os demais países de África.
Esta baixa cifra em relação aos demais Estados do continente deve-se à prolongada guerra civil (1975 a 2002), período durante o qual as fronteiras permaneceram fechadas e os movimentos da população eram restritos, limitando a mistura das populações com estrangeiros.
Angola encontra-se na posição peculiar de ter a prevalência de VIH mais baixa no cone austral de África, disse.
Acrescentou que Angola enfrenta vários desafios no combate à pobreza e à fome, como a reconstrução das infra-estruturas económicas e sociais, a reinserção social de militares desmobilizados e a recolocação dos retornados ao país. A este quadro soma-se a epidemia do VIH.
Devido às características sócio-económicas da população angolana e à crescente movimentação de pessoas, receia-se que haja um forte alastramento da epidemia nos próximos anos.
Neste sentido, as autoridades sanitárias reforçaram as políticas e estratégias de combate à Sida, enquadrando-as nos planos de desenvolvimento do Governo, o que passou pela criação do Programa Nacional de Luta contra a Sida (PNLS), em 2005, entre outras actividades.
As estratégias criadas visaram fortalecer a resposta nacional contra essa pandemia. Este programa de combate à doença está dividido em cinco grandes áreas, nomeadamente a gestão, a vigilância epidemiológica, a prevenção, a assistência e os cuidados e apoio às pessoas vivendo com a enfermidade.
Por seu turno, a directora adjunta do PNLS, Lúcia Furtado, disse que o país conta com 154 centros de aconselhamento e testagem voluntária e 56 unidades que realizam cuidados integrados de acompanhamento, seguimento laboratorial, tratamento com anti-retrovirais e de infecções oportunistas e de prevenção da transmissão vertical, distribuídos em 56 municípios.
Acrescentou que do número estimado (180 mil) de infectados pelo VIH, mais de 16 mil são crianças dos 0 aos 14 anos de idade.
Actualmente, o país conta com 81 unidades de saúde que oferecem aconselhamento e testagem voluntária às gestantes, das quais 57 com programa de prevenção da transmissão vertical completo, ou seja, realizam partos.
Um total de 4.220 gestantes foram registadas para acompanhamento no período de 2004 a Dezembro de 2007. Só em 2007 foram rastreadas 83.747 grávidas, das quais 2.404 foram positivas para o VIH.
Apontou como principais constrangimentos nessa luta o número insuficiente de recursos humanos capacitados, existência de áreas de difícil acesso, acesso limitado aos cuidados primários de saúde, entre outros.
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meu e-mail é jssilvestre@yahoo.com.br
Preciso de um contacto de alguma casa de apoio para portadores de VIH/SIDA em Luanda-Angola.
Alguém pode me ajudar?
A problemativa do VIH em Angola não é principalmente uma questão de finanças mas sim de consciência. As autoridades têm dinheiro para grandes conferencias sobre o tema, Viagens luxuosas etc e ainda dizem que há acesso dificil às localidades????? É incrivel não?
Fica mais fácil ir ao Brazil do que no Pungoandongo?
As áreas sõa de dificil acesso tanto para o INLS assim como para o VIH/SIDA.
Onde ha dificuldade de migração de pessoas tambem há com o VIH.
A luta contra SIDA deve estar principalmente dirigida as cidades e não aos Kimbos. Nós nas grandes cidades estamos muito indisciplinados com a nossa forma de viver. Se conseguirem que os jovens em Luanda mudem de actitude para com a actividade sexual, estaram num bom caminho.
SE LUANDA MUDA , ANGOLA MUDA.
Meu nome e Sergio Canaveira, sou musico e vivo em Mocambique. Tenho um trabalho musical que se comenta prometer sucesso em relacao a SIDA e gostaria de atraves de voces enviar a cancao para que se divulgue a todas Radios desse Pais pelo proximo dia 1 de Dezembro dia da Sida. Poderia enviar em MP3 atraves de meu Email, porem nao o queria fazer sem saber se estarao interessados que o faca. Espero a todo momento uma breve resposta e se acharem que eu possa enviar a cancao, gostaria que me indicassem o endereco, tudo isto para me associar, na luta para com esta causa.
sergiocanaveira@teledata.mz
Meu nome e Sergio sou musico e vivo em Mocambique. Tenho um trabalho musical que se comenta prometer sucesso em relacao a SIDA e gostaria de atraves de voces enviar a cancao para que se divulgue a todas Radios desse Pais pelo proximo dia 1 de Dezembro dia da Sida. Poderia enviar em MP3 atraves de meu Email, porem nao o queria fazer sem saber se estarao interessados que o faca. Espero a todo momento uma breve resposta e se acharem que eu possa enviar a cancao, gostaria que me indicassem o endereco, tudo isto para me associar, na luta para com esta causa.